Nesta terça-feira o diretor de Recursos Humanos da câmara de Itabuna, Antônio Carrero, exonerou a advogada Maria Laurinda do controle interno da casa. .
A mesma era considerada a pessoa de “confiança” do presidente Loyola (PPS), e antes de ir para o controle interno trabalhava no gabinete da presidência. .
Um assessor direto do presidente informou que Laurinda ajudou muito Loyola, e que ela sabe de muita “coisa” da gestão do presidente. .
No corredor da câmara o comentário é que Carrero tem como objetivo ter o seu caminho “livre” na câmara, para isso ele exonerou Eduardo Freire e Maria Laurinda.
ESTADUALIZAÇÃO A CAMINHO
19/out/2010 . 6:08 | Autor: Seu Pimenta
Esqueça o passado. Esqueça o Capitão Azevedo (DEM) que esbravejava contra a estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
O prefeito de Itabuna recebeu visita discretíssima de emissário do governo baiano e já admite, sim, transferir a gestão do Hospital de Base para o estado.
Maior unidade médico-hospitalar pública do sul da Bahia, o Hblem vive a sua mais séria crise e acumula dívida superior a R$ 30 milhões. Fornecedores têm se negado a supri-lo, tamanho o calote sofrido.
O sucateamento de sua estrutura – aliado ao cofre cada vez mais vazio – é apontado como causador de dezenas de mortes a cada mês. A estadualização é vista pelo governo baiano como única saída para dotá-lo de equipamentos e reverter o quadro num espaço de 60 a 90 dias.
O hospital só produz algo como R$ 600 mil em procedimentos pelo SUS, mas o estado tem feito repasse 150% superior ao faturado (R$ 1,5 milhão).
ESTADUALIZAÇÃO A CAMINHO
19/out/2010 . 6:08 | Autor: Seu Pimenta
Esqueça o passado. Esqueça o Capitão Azevedo (DEM) que esbravejava contra a estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
O prefeito de Itabuna recebeu visita discretíssima de emissário do governo baiano e já admite, sim, transferir a gestão do Hospital de Base para o estado.
Maior unidade médico-hospitalar pública do sul da Bahia, o Hblem vive a sua mais séria crise e acumula dívida superior a R$ 30 milhões. Fornecedores têm se negado a supri-lo, tamanho o calote sofrido.
O sucateamento de sua estrutura – aliado ao cofre cada vez mais vazio – é apontado como causador de dezenas de mortes a cada mês. A estadualização é vista pelo governo baiano como única saída para dotá-lo de equipamentos e reverter o quadro num espaço de 60 a 90 dias.
O hospital só produz algo como R$ 600 mil em procedimentos pelo SUS, mas o estado tem feito repasse 150% superior ao faturado (R$ 1,5 milhão).
EU AVISEI DOUTORA!
A SENHORA NÃO MERECIA ISSO, ERA PARA TER PULADO FORA ANTES DESSE BARCO DE EJETAR!