O Ministério Público Federal (MPF) recomendou especificamente a prefeitura de Ibirapitanga anule de imediato os contratos vigentes e interrompam os pagamentos destinados à prestação do serviço de transporte escolar, contratando, emergencial e temporariamente (até o final do ano), para evitar a descontinuidade do serviço, os prestadores efetivos (motoristas subcontratados) pelos valores que estes já recebiam da empresa contratada.

O município firmou contrato com a GRH Representações e Serviços – empresa investigada na Operação Sombra e Escuridão, cujos representantes estão presos – que funcionava ilegalmente em nome de laranjas e sem capacidade para prestar o serviço, fraudando licitações e obtendo vantagens indevidas a partir do desvio de verbas públicas em contratos de transporte escolar